São as pequenas coisas que valem mais

Talvez eu seja um pouco ingênua, mas preciso confessar que eu sempre senti na pele a intensidade das pequenas coisas. São as miudezas que me atrapalham e me enriquecem. É uma tarde na piscina de plástico com o pai e os irmãos comendo peixe. É uma folha de árvore que cai sobre o olho. É um pôr do sol que engasga a respiração.

É ouvir a Orquestra tocar ao ar livre. Participar de uma chuva de poesias. Tomar chocolate quente no inverno de Ouro Preto. Ver uma borboleta passar e entender o recado da natureza. É a paz que vem depois de uma meditação e o cansaço gostoso depois de uma crise de riso.

São essas e outras coisas do mundo que despertam a vida em mim. Que trazem um sentimento bom de gratidão por ter a sorte de experimentar e lembrar essas pequenas/grandes coisas.

É isso que me deixa calma, rica e feliz como uma criança curiosa.

E você? O que te faz sentir assim? Me conta nos comentários!

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Afinal, de onde vem a inspiração?

Nos últimos dias, me peguei pensando sobre essa tal de inspiração que a gente tanto fala por aqui e fui ler mais sobre o tema. Pode parecer bobeira falar de inspiração, com todos os acontecimentos das últimas semanas no país, mas quero te mostrar por que ela é tão importante justamente agora. Vem comigo:

A palavra inspiração vem do latim: “Inspiratio”. O “IN” significa “dentro” e o “SPIRARE”, significa “respirar”, já a palavra quer dizer “colocar o ar para dentro, inalar”. Essa é uma lógica do movimento respiratório, é claro, mas que traz sim muitas metáforas.

Para mim, a inspiração é tudo aquilo que fala ao meu espírito, que brota uma sementinha na minha alma, que sempre floresce dentro de mim. Estar inspirada para mim, é tão importante quanto estar bem alimentada, é por isso que conscientemente tenho buscado diferentes formas de me inspirar por aí. Seja acendendo um incenso, ouvindo música alta, assistindo a uma série ou lendo boas notícias (sim, elas existem! hahaha).

Acredito que quanto mais pessoas inspiradas e motivadas a serem o seu melhor, mais o mundo todo ganha com isso. Mas também sei que não é tarefa fácil e, vai ter sim, muitos momentos em que a inspiração vai desaparecer. Não é  à toa que já postei aqui dez dicas para se sentir inspirado no dia-a-dia. Foi pensando em te ajudar nesses momentos, que compilei no e-book “Inspiração que transforma” os principais e-mails que já mandei para quem recebe minha newsletter. Se você ainda não assina, aproveita que essa é a hora e que é de graça! 😉

E você? O que te inspira? O que te transforma? Como você inspira os outros?

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Série “Gente que inspira” com Alana Trauczynski

Na entrevista de hoje, você vai conhecer um pouco da Alana Trauczynski, que é autora do livro “Recalculando a Rota” e empreendedora multipotencial. Ela já viveu em mais de 33 ceps diferentes e largou um emprego num hotel luxuoso em Las Vegas para encontrar a si mesma e a sua missão de vida. Nessa conversa, falamos sobre autoconhecimento, viagens, insatisfação profissional e propósito. Leia abaixo:

De onde você acha que surge essa vontade de sair pelo mundo e não se fixar em lugar nenhum?

Foi um momento onde eu descobri que tinham coisas dentro de mim que precisavam ser vistas e eu não estava enxergando onde eu estava. Às vezes quando a gente sai do nosso contexto, fica mais fácil enxergar algumas coisas sobre nós mesmos, quando não estamos bloqueado pela nossa visão condicionada das coisas. Eu também percebi que existia todo um mundo lá fora e eu não sabia nada a respeito, e para encontrar as minhas respostas eu precisava conhecer o que estava a minha disposição.

Essa ideia de não se fixar em nenhum lugar, não existia previamente. A intenção era de ampliar mesmo as conexões, a forma de ver o mundo, através da cultura e das vivências em alguns lugares. Mas eu ainda estou esperando o dia em que eu chegue a algum lugar e a minha experiência seja tão plena, que eu não queira mais sair.

Você já teve inúmeras experiências, completamente diferentes entre si e hoje defende muito que as pessoas se coloquem em situações inusitadas. Você acha que assim as nossas histórias e nós mesmos nos tornamos melhores?

Eu acho que não é uma questão de pessoas melhores, né? Por que tem pessoas que moram no mesmo bairro a vida inteira e podem ser pessoas excelentes. O que eu acho é que amplia a nossa visão de mundo e, portanto a nossa capacidade de solucionar problemas de forma mais criativa e de viver de uma forma mais criativa. Se a gente fica sempre no mesmo lugar e tendo sempre as mesmas experiências, o nosso “problem solving” fica condicionado àquilo e não conseguimos enxergar além do óbvio. Então quando saímos do contexto, percebermos trocentas outras possibilidades pra um problema.

Você sempre falou muito sobre a importância de se permitir ser, ter e fazer o que quiser. Na sua opinião quais os principais obstáculos para o ser , o ter e o fazer?

O maior obstáculo que eu vejo é a vitimização. A coisa que mais diferencia as pessoas, na minha opinião é isso, as pessoas que arrumam desculpas e as pessoas que arrumam soluções. Mas também nem julgo isso, por que é uma fase. Eu também já me vitimizei muito na vida. Só que chega uma hora que a gente começa a perceber que se não for a gente mesmo fazendo por nós, ninguém vai fazer, sabe?

Como podemos começar a superá-los?

Eu acho que através do autoconhecimento. A pessoa que começa a sofrer muito na vida, começa a buscar algo nas coisas. Então, às vezes, esse sofrimento que as pessoas sentem é muito útil e necessário, por que se ainda tivesse dando pra empurrar com a barriga ela continuaria empurrando com a barriga. Eu acho que a mudança é a virada de uma chave mesmo, no sentido de tomar uma decisão muito poderosa, com todas as nossas forças, de que não é isso que eu quero pra minha vida. Eu tomei isso como uma hipótese pra mim, eu não sabia, de verdade, se acreditar em coisas melhores e agir rumo a coisas melhores, realmente iria mudar a minha vida. Mas eu resolvi tomar isso como verdade durante um certo tempo. Depois que eu fui no curso do Amit Goswami, eu falei para mim mesma: “olha eu vou assumir isso como hipótese durante seis meses na minha vida e vamos ver se ela vai começar a mudar”. E aí eu saí do “ver pra crer” e fui pro “crer pra ver” e comecei a acreditar em coisas melhores.

Ao invés de acreditar que como criativa eu não era empreededora, eu comecei a acreditar que eu era empreendedora sim e que eu poderia usar a criatividade a meu favor.  Ao invés de acreditar que eu não era capaz por que eu não tinha experiência, eu comecei a acreditar que o que eu sabia, já poderia ajudar um monte de gente. Enfim, eu mudei de verdade todo meu sistema de crenças e passei a agir de acordo com as novas crenças. Quando todas as tuas ações passam a ser diferentes, tu começa a ver resultados.

No seu livro, dá para sentir a sua angústia em busca de propósito. Como você se sentia nessa época? Quais eram as suas maiores dificuldades?

A minha grande inquietação era essa: o que eu vim para entregar nessa vida? O que eu estou aqui pra fazer? Porque eu tinha desde pequena uma forte sensação de missão. Eu sabia que eu tinha um poder muito grande dentro de mim e que isso precisava ser utilizado para alguma coisa boa, então a minha grande inquietação era não encontrar isso. Por que é isso que eu chamo de propósito: encontrar o lugar onde seus dons e talentos imperam e pilotar aquela cabine, realmente abrir o peito e falar: aqui na minha cabine eu domino, aqui eu me sinto senhor do meu destino, e mandar ver.

Eu acho que o que mais faz com que a gente se sinta mal é o fato da gente não saber que lugar é esse. E essa foi a minha busca. Então a recomendação que eu dou para as pessoas que se sentem assim é fazer como eu fiz, ir por eliminação. Não tem como dar um insight de dez caracteres que vai te dar uma ideia do seu propósito de vida, mas certamente tem a ver com a sua história, com os seus sofrimentos, tem sempre a ver com algo que a gente já viveu. Então temos que nos abrir para o novo e ir testando por eliminação. A gente só vai saber qual está errado, depois que fizermos.

A única certeza que eu tinha era que eu gostava de viajar, eu tive que viajar, tive que me formar em turismo e hotelaria, para descobrir que não era aquilo, por que se não estaria pensando até hoje: será que eu teria me encontrado no turismo e hotelaria ou viajando pelo mundo? Enquanto tiver um “será” na tua cabeça, você nunca vai saber.

O que você diria hoje para a Alana do auge da sua angústia?

Eu acho que eu perdi muito tempo por não confiar na minha intuição. Eu nunca teria, por exemplo, largado o meu emprego em Las Vegas e tal se eu não tivesse tido uma indicação de um mestre de sabedoria. Apesar de eu saber que eu tinha talento para a escrita e isso me realizaria, talvez eu nunca tivesse largado isso sozinha, por confiar em mim mesma. Se eu tivesse seguido a minha intuição desde o começo, eu não teria feito turismo e hotelaria, eu teria feito publicidade e propaganda, eu teria ido pro lado da comunicação e teria economizado tempo na minha vida. A gente demora muito tempo pra ter coragem de seguir aquilo que já sabemos internamente que é verdade. Mas também faz parte, por que seu eu não tivesse dado toda essa volta, eu não teria essa sensação de estar perdida por tanto tempo e hoje ela foi muito necessária para mim, pra conseguir compreender e ter compaixão com as pessoas que se sentem assim. Eu acho que nada nunca é perdido, mas seu eu fosse dar um conselho para Alana de alguns anos atrás, eu diria primeiro pra ela confiar no seu potencial, por que o ser humano que descobre o seu potencial passa a ser ilimitado, e ter 100% de confiança em si mesmo, na sua integridade, inteligência.

Eu também, por muito tempo, fiquei me achando menos do que eu era e não tinha coragem de assumir o meu poder. Então, se não chega uma hora em que você assume: isso que eu sou e o que eu sei, já serve pra fazer muita coisa boa e já é o suficiente pra eu ajudar muitas pessoas e dar certo, você pode ficar assim para sempre.

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Hoje eu converso com a Alana.

Muita gente se sente perdida justamente por não saber por onde começar no caminho do autoconhecimento, tem algum ponto que você acha que é essencial?

Eu acho que as pessoas que não sabem por onde começar deveriam começar a ler livros. Tem livros que mudaram a minha vida e que eu recomendo para quem não tem dinheiro pra fazer um programa, um curso mais avançado ou fazer terapia. Por exemplo: O despertar de uma nova consciência do Eckhart Tolle, Conversando com Deus do Neale Donald Walsch, O poder do Agora também do Eckhart Tolle, todos os livros do Osho e o meu livro, o Recalculando a Rota.

Então, quem tem dinheiro, pode fazer um programa online que já paga pra uma pessoa compilar e colocar na forma de um processo que faz sentido pra todo mundo. Mas todo conhecimento de um curso online está disponível na vida, então se a pessoa não quiser investir num programa, ela pode investir na sua própria vida e vai aprender sozinha. A pessoa que realmente quer, não tem desculpas, ela vai atrás de conhecimento. Existem várias terapias alternativas como Thetahealing, EFT  e também uma terapia mesmo com um terapeuta. Só que, hoje em dia, eu acho fazer terapia com um terapeuta meio retrógrado. O meu programa, por exemplo, adianta alguns anos de terapia e a pessoa faz isso sozinha com ela mesma.

A sua busca profissional deve ter lhe aproximado de diversas pessoas perdidas de si mesmas. O que você tem a dizer para quem não consegue se encontrar?

Eu primeiro, me coloco de forma empática por que eu sei exatamente como é difícil estar nesse lugar. Mas o que eu posso dizer é que a pessoa que se coloca caminhando e aberta para que a clareza venha, para que fique extremamente claro o que ela tem que fazer na vida, de certa forma, já está no processo, por que a gente precisa desses sofrimentos que vão estar no caminho. O negócio é ir caminhando e se colocar na vibração, como se já começasse a se sentir realizado, mesmo estando ainda completamente perdido, já começar a ter um vislumbre de como seria essa vida. Isso é o que vai fazer com que a gente atraia as circunstâncias e pessoas necessárias, para que esse futuro se torne uma realidade. Então é colocar o foco em alguma coisa que você já sabe que tem para dar e começar a fazer isso. Você vai perceber que isso, por si só, já muda o estado e vai clareando um pouco mais as coisas.

Para você, quais foram as práticas que te ajudaram a se conectar consigo mesma?

Exercícios físicos e meditação são coisas que eu comecei a fazer na minha vida e que mudaram a minha vibração e me ajudaram a perceber coisas mais sutis, que a minha mente não estava percebendo. Então é isso: meditação, exercício físico, leitura sempre e ir atrás das pessoas que me inspiram, ir atrás de quem já está vivendo os sonhos que eu quero viver. Pega tudo que tu aprendeu, acrescenta o que tu tem de melhor e compartilha e segue as pessoas que já estão fazendo isso.

O que você mais se orgulha de ter feito até agora?

A resposta é diferente, talvez, do que tu espere. Nenhum dos meus feitos, nenhuma das coisas que eu fiz são o meu maior motivo de orgulho e sim o que eu aprendi. Eu acho que o meu maior motivo de orgulho hoje é o fato de eu ter aprendido que nenhum conhecimento no mundo é suficiente, se a gente não aprender a amar o próximo, se a gente não aprender a realmente abrir o nosso coração para as pessoas. Só que eu tive que fazer o Programa Recalculando a rota para aprender isso. Hoje em dia eu me considero uma pessoa que teve essa sacada na vida, de que o legal não é ser fodão, pica das galáxias, ser bem-sucedido e sim, se conectar verdadeiramente com outros seres humanos. É aí onde está a nossa fonte de felicidade. Só que às vezes, a gente precisa fazer toda essa curva pra realmente sentir isso, é uma curva necessária. Talvez, primeiro, eu tenha feito tudo que eu fiz pelo meu ego, por essa necessidade de mostrar para os outros que eu sou capaz. Então, às vezes é preciso que a gente tenha que realizar anseios do nosso ego, pra enxergar o que é importante de fato.

Conheça o trabalho da Alana: recalculandoarota.com.br

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Série “Gente que inspira” com Paula Quintão

Hoje é um dia muito especial aqui no site, pois finalmente começa a série de entrevistas: “Gente que inspira”. Além de contar histórias super legais, a ideia dessa série é trazer dicas práticas para quem quer de fato iniciar uma transformação na própria vida. Por isso, trouxe quem entende do assunto para conversar com a gente.

Na entrevista de hoje, converso com a Paula Quintão, que é escritora e empreendedora. Falamos sobre a trajetória dela, autoconhecimento, inspiração e até comunicação online. Foi um papo muito abastecedor onde ela compartilhou com muita generosidade tudo aquilo que pode nos ajudar a tornar nossa caminhada melhor. Confira:

Quero que você me conte os pontos que você considera essenciais da sua trajetória, Paula.

Um dos pontos essenciais foi a minha ida ao Monte Roraima pela primeira vez. Eu me senti exposta ao me colocar numa situação onde eu não tinha o menor controle do que aconteceria.  Então foi uma situação bem extrema para mim e, ao mesmo tempo, eu me descobri muito feliz naquela situação. Eu percebi que eu estava num nível de felicidade que eu não tinha experimentando em outras áreas da minha vida. Eu me sentia livre, feliz, realizada num ambiente que achava que ficaria muito tensa. Quando eu voltei para casa depois dessa experiência, eu voltei com uma sensação de que, se uma vida assim é possível lá, tem que ser possível aqui também no meu dia-a-dia. Não pode ser necessário eu sair da minha rotina, sair da minha vida e só encontrar minha felicidade na montanha. Então foi nesse processo de me entender e entender como eu podia fazer a minha vida mais realizada que tudo foi se transformando.

A primeira coisa que começou a saltar aos meus olhos foi o meu trabalho. O que eu faço para me sentir feliz no meu trabalho? E essa era uma pergunta que me deixava muito ansiosa, por que, como eu sabia que a vida podia ser tão boa lá, eu queria que a minha vida de todos os dias fosse tão boa assim também. Nesse ano, que eu estava em busca dessas respostas, eu fui à montanha outras duas vezes. Passei um tempo em busca dessas respostas até que, finalmente, eu encontrei a ideia de criar um negócio. Que era ao mesmo tempo, um negócio presencial em Manaus e online. Um dia, eu estava muito esgotada e angustiada e uma amiga começou a me contar histórias de pessoas que tinham mudado de carreira. Eu fiquei muito encantada e sabia que era esse tipo de transição que eu queria para mim.

Quando eu cheguei em casa, fui responder duas perguntas que eu encontrei num desses sites de autoconhecimento, e que foram um marco na minha vida, uma delas era: “se você ganhasse na loteria hoje, o que você faria?” e a outra: “o que você faria a partir de amanhã, se ao visitar o seu médico hoje ele diz que você só tem mais dois meses de vida?” Apesar de eu já ter a sensação de que eu não estava fazendo o que eu queria, aquele foi um momento marco para colocar no papel tudo o que eu estava realmente sentindo. Quatro meses depois disso, eu estava com meu CNPJ aberto para começar a empresa e as movimentações.

Então esse foi um lado muito importante, o do autoconhecimento. Depois de todos esses anos, eu sinto que a minha vida se transformou muito em todas as áreas. E agora, além do autoconhecimento, um ponto essencial é a auto-responsabilidade, que é eu me sentir totalmente como um ser que constrói a minha vida. Eu paro de me comportar como vítima da situação e me coloco numa posição que sei que tudo que me acontece é por que, de certa maneira, eu construí aquela realidade.

Paula, eu sei que você integra em si a montanhista, a empreendedora, a viajante e a mãe. Como isso é possível? Que dicas você daria para quem quer expressar esses diferentes lados de si?

Tudo o que nos acontece e os piores fatos da nossa vida são na verdade onde estão guardadas as maiores pérolas, os maiores tesouros, são como pontos de virada. Se você consegue enxergar naquele ponto, que você considera uma dificuldade, uma oportunidade, você consegue virar a chave. É como enxergar o outro lado da moeda e assim foi para mim em várias coisas da minha vida. Por exemplo, a minha filha hoje tem 17 anos e eu fui mãe aos 15 anos. Aquele poderia ter sido um grande ponto em que muitas pessoas diziam: “você acabou com a sua vida”. Quando eu olho hoje para o que aconteceu, eu vejo que ao contrário, minha filha está grande e nós duas somos grandes companheiras e eu ainda estou numa idade muito criativa e de muita energia para criar e fazer coisas. Então se a gente aprende a usar outras formas de enxergar aquela realidade, a gente transforma aquela realidade.

Aqui no site, a ideia é inspirar as pessoas a se conhecerem, se empoderarem e refletirem mais sobre suas escolhas de vida. Você acha que é necessário acontecer algo muito forte para as pessoas começarem no caminho do autoconhecimento ou que elas já podem se responsabilizar por essa mudança?

O autoconhecimento não precisa de grandes marcos para acontecer. Ele precisa de presença. A vida naturalmente vai trazendo situações novas, experiências que você pode viver como se estivesse fora da zona já conhecida. Todas as situações, que são diferentes e que tiram a gente do padrão do dia-a-dia, trazem como uma porta aberta para você entrar mais profundo dentro de você mesmo.

Se você quer viver o autoconhecimento, estando em situações novas, fica muito mais fácil observar as suas reações diferentes que, por exemplo, você fica tímido, que você fica com medo, que fica rindo muito querendo agradar os outros. O que será que te acontece que você reage assim? Aí vem a pergunta do autoconhecimento: “por que eu estou me sentindo assim?” Não precisa acontecer uma grande coisa. A fila de um banco pode trazer muitas respostas sobre si mesmo, se você estiver usando todas as experiências a seu favor.

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Paula Quintão é a entrevistada de hoje.

Quais dicas você daria para quem está em busca de inspiração no meio do correria e da rotina, e para quem sente que quer se conhecer mais?

O que eu sinto é que é importante sempre começar a investigar aquilo que incomoda. O que nos incomoda sempre revela algum processo interno. Nunca é o outro, sempre é alguma coisa dentro de nós. Quando nós estamos neutros, o outro pode fazer o que ele quiser, que simplesmente vai passar por nós. Nem sempre a gente consegue juntar os pontos, então talvez por isso seja bom ter um terapeuta ou um coach, mas alguém que de fato você confie.

Além dessa observação do que me incomoda, outra prática que me ajuda muito é fazer tempo de silêncio. Pequenos minutos de silêncio por dia fazem milagres. Um minuto de manhã, um minuto à tarde e um minuto à noite, é muito pouco tempo e a gente vê o quanto é difícil ficar em silêncio e aí você tem também um grande material.

Percebi que, de uns tempos para cá, você tem usado cada vez menos fórmulas ara se expressar na internet. Como isso se dá para você? Você acha que todos nós devíamos usar mais a nossa própria voz?

O que eu fiz no último ano foi testar formas diferentes de comunicação. Desde que eu comecei o meu negócio, estava muito forte essa tendência de usar fórmulas. Na verdade, me parecia que não havia outra solução, senão aquele modelo, que não ia funcionar. Mas eu fui vendo que sim, que usar outras formas de comunicação funciona e, mais importante que isso, eu percebi que começaram a chegar pessoas mais conectadas para fazer de fato os cursos. O pior dos elementos das fórmulas, para mim, está em estrategicamente e intencionalmente, essas fórmulas usarem gatilhos mentais que são formas de ativar o seu cérebro mais instintivo usando comunicações com essa finalidade. Já que o meu trabalho é de autoconhecimento, é de presença, é de transformação, como eu vou querer que as pessoas cheguem ao meu trabalho usando um cérebro instintivo, se do outro lado eu estou trabalhando exatamente o contrário disso? Não pode ser bom dentro do meu contexto.

Então o que eu fiz foi abandonar essa estrutura e começar a criar a minha. Eu posso usar as ferramentas do marketing, mas sem usar gatilhos mentais. É aí que está a principal mudança que fiz no meu negócio nos últimos anos.

A sua busca profissional deve ter lhe aproximado de diversas pessoas perdidas de si mesmas. O que você tem a dizer para quem não consegue se encontrar?

O meu principal conselho hoje seria: coloque seus sonhos no papel. O ato de colocar no papel é o primeiro estágio da materialização daquele sonho. Foi assim que tudo começou a deslanchar na minha vida, por que eu trouxe para a vida algo que estava só na minha mente. Se tem algo que eu sei que é muito poderoso, é colocar as ideias no papel.

Conheça o trabalho da Paula Quintão: paulaquintao.com.br

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Das coisas que você não “tem que”

Hoje quero compartilhar com você um texto que escrevi há uns tempos atrás e que resume muito do que eu gostaria de dizer. Lá vai:

Das coisas que você não “tem que”
Você não tem que ser feliz o tempo todo. Se permitir viver os momentos tristes é uma questão de saúde mental, a vida não é perfeita.
Você não tem que atender as expectativas alheias para não ser criticado. Não é culpa sua que os outros projetem o que querem de você, infelizmente esse é um problema deles.
Você não tem que deixar os outros controlarem sua vida. Assim como não tem que tentar controlar a vida alheia.
Você não tem que trabalhar a vida inteira em algo que detesta só para sobreviver. Mas você também não tem que criar o seu negócio, se você não quiser.
Você não tem que largar tudo e viajar o mundo, comprar uma bike, ser rico, caso isso não seja da sua vontade. Às vezes o sonho da maioria, não é o seu e ok.
Não tem que ser politizado, bem informado, ativista, vegetariano, espiritualizado, se nada disso fizer sentido para você.
Não tem que postar toda a sua vida nas redes sociais. Aliás, você não tem que ter nenhuma delas para respirar e socializar. A vida não depende de telas.
Você não tem que casar, ter filhos, casa na praia, carro do ano e tudo o mais, só por que é isso o que esperam de você.
Você não tem que ser fitness para se amar e ser aceito, isso não deve ser uma obrigação e sim uma escolha.
Você não tem que ser a pessoa mais engraçada, inteligente, bem sucedida e fodona, como insistem por aí.
Tudo isso só para relembrar que: a vida é sua.
Logicamente as suas ações e comportamentos interferem no mundo a sua volta. Mas é que o mundo precisa de pessoas mais satisfeitas consigo mesmas e com a própria vida e também como resume bem o Eckhart Tolle: “Nada que é externo te satisfará, a não ser momentaneamente. Somente a verdade de quem você é, se realizada, te libertará”.

Esse foi um dos textos que compartilhei com quem assina a newsletter do Varal de Estrelas. Por lá sempre tem conteúdo exclusivo, dicas e coisas que eu não conto por aqui. 

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Porquê a crise política é importante

Posso apostar que agora, na sua timeline, estão pipocando teses, opiniões, links, memes e textões sobre política. Aqui, por exemplo, tem de tudo um pouco e eu sei que não é só comigo (já falei da overdose de informação por aqui, lembra?). As palavras “impeachment”, “corrupção”, “golpe” e “democracia” são as protagonistas da rede. O que poderia parecer uma fábula, se contado há uns tempos atrás.

Não dá para negar o caldeirão de acontecimentos e reviravoltas na política brasileira. Particularmente, acho quase impossível fingir que nada está acontecendo e passar batido pelo tema. Pode ser até fofo e estrategicamente pensado por alguns, mas eu não consigo postar apenas frases motivacionais, enquanto vivemos um importante momento da história do nosso país. Por mais otimista que possamos ser, a solução não é viver numa bolha, pelo menos não para mim.

Uma das coisas que o Jornalismo me ensinou é que a História é escrita no hoje e no agora. Por isso, somos nós as testemunhas daqueles acontecimentos que impactam diretamente as nossas vidas. Ao acompanhar os noticiários nacionais e internacionais, os textões do Facebook, as conversas em sala de aula e com aqueles que pensam diferente de mim, pude ver a importância da atual crise política.

Esse tema que sempre nos pareceu tão chato, cansativo e difícil, se mostrou essencial para nós. Até para os mais independentes e alheios ao que acontece à nossa volta, a política se mostrou necessária. No meio disso, podemos rever nossas opiniões, posicionamentos e privilégios. Sei que, para alguns, a ideia é apenas reforçar suas próprias crenças, mas ainda assim, acredito que muita gente já aprendeu muito com o que está acontecendo.

Falo por mim, que o meu maior aprendizado até agora foi justamente entender a importância de formar massa crítica com relação à política. Até por que é muito fácil falar da necessidade de se responsabilizar pela própria vida e simplesmente ignorar a importância do nosso voto.

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É fácil criticar o legado de corrupção que o Brasil carrega, quando nem acompanhamos o que fazem nossos representantes. Mais fácil do que isso, é se deixar levar pelo que diz a mídia, ao invés de procurar saber o que e como cobrar dos políticos.

Nós sabemos que a busca pela perfeição, é uma ilusão sem fim, mas acredito que todos concordamos que sempre é possível melhorar. Ao perceber a nossa responsabilidade dentro desse processo, podemos elevar o debate e a prática diária da política. É assim que começamos a nos tornar a mudança que queremos ver no mundo.

É lógico que existem muitas coisas além da auto-responsabilização. Estar atento e cobrar nossos direitos, também é fundamental. Mas considero que se responsabilizar é um dos passos básicos e iniciais para tentar entender a política e seus processos. Principalmente depois de vermos um pouco daqueles que elegemos para nos representar e nos decepcionarmos com a falta de identificação.

Na política e na vida: que a gente aprenda mais com a nossa estadia por esse mundo. Para sair daqui melhor do que entramos e para deixar às futuras gerações, aquilo que gostaríamos de ter tido.

 

O que nos faz humanos

A humanidade pode ser vista de infinitas formas. Há quem acredite que o olho por olho, dente por dente, é mais intenso nas cidades de concreto do que nas selvas.  Para alguns a humanidade é um caso perdido. Há também aqueles que se isolam, vivem no automático e nem se questionam sobre. Mas, no meio disso tudo, por mais incrível que pareça, estão os que acreditam e confiam que somos todos um.

Somos todos um. Estamos no mesmo barco. Mesmo que nossas realidades, costumes, profissões e digitais dos dedos sejam completamente diferentes. Mesmo que o mundo físico nos faça acreditar na separação, na superioridade e na proteção da individualidade. Ainda assim, para mim, fica claro que estamos todos unidos numa só consciência e memória coletiva e que caminhamos, juntos, rumo à evolução.

As nossas alegrias, tristezas, traumas, apatias, amores e raivas podem parecer únicos, mas na verdade, só mostram o quanto precisamos das mesmas coisas para sobreviver emocional e até fisicamente. Isso foi o que eu apreendi do projeto Human que indiquei há um tempo atrás lá na página.

Os três filmes da série reúnem mais de 200 histórias para questionar: o que nos torna humanos? Por que brigamos, rimos, choramos? Deve ser difícil assisti-los e continuar acreditando que a humanidade se perdeu e que é cada um por si. Presumo que são vários os fatores que nos tornam humanos, desde o raciocínio, passando pelas nossas emoções, até chegar à empatia.

Quando atravessamos as ruas de nós mesmos para nos colocar na posição de outra pessoa e ver o mundo através das lentes dela, somos mais capazes de aceitar as diferenças de opinião, estilo, hábitos, religião e outras escolhas de vida. A série Human mostra a beleza que há na diversidade e o quanto essas diferenças nos tornam iguais. Imagine que, diariamente, nós usássemos nossas diferenças para nos unir e nos igualar?

Pare por um momento e pense nas pequenas grandes revoluções diárias que aconteceriam se a gente parasse de negar aquilo que não está no mundo para confirmar as nossas crenças mais que enraizadas. E se o olhar para o outro fosse uma prática para enxergar quem nós verdadeiramente somos? Como seria a humanidade, se os seus integrantes percebessem o quanto são co-criadores da realidade que vivem? Como seriam as nossas vidas, se cada um de nós descobrisse e valorizasse mais o que nos faz humanos?

Vale a pena sonhar.

São esses os filmes da série:

 

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Perca o controle

 

Você é do tipo que morre de medo de perder o controle das situações ou de ter que passar por situações que não estão sob o seu controle? Então eu tenho uma boa e uma má notícia para você. A boa é que você não precisa tentar controlar tudo! Ufa, dá até um alívio pensar nisso por um momento, né?

Mas a má notícia é que: por mais que você acredite, tente, resista e persista, você nunca tem o total controle sobre a vida. Ela simplesmente não está em suas mãos. E tá tudo bem, por incrível que pareça.

Lembra daquele filme Click que passava muito na Sessão da Tarde? Se você nunca assistiu (como assim?), o filme conta a história de Slander, um arquiteto que trabalha muito até encontrar um controle remoto universal que lhe dá o poder de pular partes chatas e ruins da própria vida.

No começo, ele acha que aquela é a invenção do século e usa o controle para definir exatamente como queria a sua vida, mas no final ele percebe que não era bem isso que desejava. Acho que esse filme exemplifica um pouco da nossa tentativa de controlar tudo e todos para que as coisas aconteçam conforme nossas expectativas.

Acontece mais ou menos assim: planejamos uma viagem nos mínimos detalhes, mas o lugar não é tão legal e isso frustra nossa tentativa de controlar uma viagem perfeita, logo ficamos com raiva, tristes e desanimados. Assim como quando estudamos muito para uma prova, nos dedicamos e tiramos uma nota baixa.

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Pode acontecer também da falta de controle se mostrar em situações ainda mais doidas como nos acidentes de trânsito, na gravidez, numa doença ou na morte de alguém próximo e querido. Isso é a vida nos mostrando o quanto nossa tentativa de controle é uma ilusão sem fim.

Por mais que isso seja automático e faça parte da nossa necessidade de segurança, eu tenho tentando controlar menos as coisas e deixar que elas sejam como tem que ser. Não é nem um pouco fácil, mas dá sim para tentar.

Quando soltamos o controle, a gente se abre para a vida e confia mais no tempo das coisas. Sim, hoje eu estou aqui para te relembrar que tudo tem o seu tempo, por mais que a gente sinta uma necessidade de forçar o tempo de tudo.

É tão mais legal quando a gente deixa as coisas fluírem, ao invés de tentar controlar tudo. Faz parte da vida, ter que tropeçar para perceber que não temos o controle e que ele é só mais uma das nossas ilusões. Que a cada dia mais, possamos abrir espaço para a vida acontecer através de nós.

Vamos perder o controle!

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(Over) dose de informação

Na semana passada fui surpreendida com um belo de um branco ao tentar criar textos aqui para o site (tanto que você pode notar que não rolou conteúdo novo). Num primeiro momento eu tentei forçar a barra e pensar em temas legais, mas a verdade é que quando o texto não flui para mim, eu não gosto do resultado final e, eu não quero compartilhar algo que não gostei de criar, sabe? Não faz sentido.
Então, comecei a me questionar até que ponto a gente produz e consome informação automaticamente. Sim todos nós temos nossos filtros e os temas que chamam nossa atenção. Mas com as redes sociais lotadas de textos, com gente criando vídeos, aulas ao vivos, e-books e uma porrada de conteúdo, acho meio difícil não se ver saturado de informação em algum momento.
Só em 2007, a humanidade armazenou 295 trilhões de megabytes comprimidos e comunicou quase dois quadrilhões de megabytes, segundo um pesquisador da Universidade Aberta da Catalunha e outro da Universidade do Sul da Califórnia. Isso é MUITA coisa! Agora imagina que de lá para cá já se passaram quase 10 anos!

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É assim que eu me sinto quando tenho overdose de informação rs

Fato é que eu cheguei à conclusão que menos é mais. E isso se aplica tanto ao consumo quanto a produção de informação. Não, eu não vou conseguir ver todas as séries, filmes, livros e textos que quero ver. E isso é bom, por que vou poder escolher aquilo que é mais importante no momento. Assim como, a partir de hoje me permito escrever um texto (ao invés de dois) por semana por aqui e enviar inspiração por e-mail quinzenalmente, ao invés de semanalmente (para receber é só se cadastrar aqui no final do texto).
Posso estar errada, mas acredito que isso vai melhorar a qualidade daquilo que crio e vai chegar até você de uma forma melhor também. Não há essa necessidade de criar por criar, mas sim por entregar aquilo que eu gostaria de receber. Assim, posso melhorar o que faço e ajudar a diminuir a quantidade de conteúdo raso que temos hoje. Acho que é melhor para todo mundo.
E você, como pode se responsabilizar por isso? O que você pode fazer para sair do ciclo vicioso de consumo e produção de informação? Será mesmo que você precisa estar sempre a par de tudo? Que tal virar a chave do piloto automático?

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10 dicas para se sentir inspirado no dia-a-dia

É difícil pra caramba se manter inspirado no meio da rotina, né? A gente acaba se deixando levar pelo piloto automático, pelo comodismo e pela zona de conforto. Tudo isso, só para que o nosso lindo cérebro economize energia. Para gerar mais inspiração diariamente, trouxe hoje dez sugestões de coisas que podemos fazer para nos sentirmos mais inspirados. Confira:

1 – Faça um esforço consciente para se sentir inspirado

Ao invés de esperar a motivação e a inspiração chegarem até você, vá atrás dela. Seja através da arte: livros, filmes, peças e obras ou até mesmo visitando sites inspiradores, fazendo uma coleção de imagens que você gosta. Comece a se responsabilizar por isso e, aí sim, você se sentirá mais inspirado.

2 – Tenha uma rotina energizante

Crie e mantenha hábitos que vão te deixar mais entusiasmado durante a semana. Pense em quais atividades você poderia inserir no seu dia para te deixar mais criativo e disposto. No meu caso o Yoga e as leituras me ajudam demais.

3 – Faça pausas produtivas

Faz parte de uma rotina energizante, se permitir parar um pouco. Seja no trabalho, nos estudos ou em casa, tire pequenos momentos para ficar à toa, meditar, se alongar e distrair a mente. Ás vezes um minuto respirando já muda tudo!

4 – Tenha um hobby

Sabe aquele instrumento que você sempre quis aprender a tocar ou aquele blog que você queria tanto ter? Comece aos poucos a dar espaço para atividades extras na sua vida. Aprender algo novo é sempre inspirador.

5 – Exercite sua criatividade

Seja através da escrita, da ilustração ou de algum trabalho manual. O seu hobby pode sim ser uma atividade criativa que vai te trazer as pausas produtivas que você precisa e deixar aquela sensação gostosa do lado artista que todo mundo tem.

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6 – Tenha experiências inusitadas

Converse com um estranho na rua, escale uma montanha, coma alguma coisa pela primeira vez, ande por um caminho desconhecido, dance sozinho no meio da rua. Dar novos estímulos ao nosso cérebro é super importante e faz a gente se sentir mais vivo também.

7 – Converse com um velho amigo

Acho muito interessante conversar com pessoas que você já conhece há muito tempo, mas está distante por causa das correrias da vida. É muito legal ver como a gente muda e os outros também mudam e, para mim, isso é sempre inspirador.

8 – Faça um detox

Ficar um tempo determinado sem algo pode ser uma experiência incrível. Como já contei por aqui: você pode fazer detox de internet, de doces, de pessoas negativas, de televisão e por aí vai.

9 – Saia da zona de conforto

Nada como se desafiar a olhar fora da caixa. Perceba em qual área da sua vida, tem sido confortável manter as coisas como estão e, se for o caso, aja diferente. Se questione como as pessoas que te inspiram agiriam nessa situação e repense a suas atitudes.

10 – Tente fazer a diferença no mundo

Essa é a dica mais difícil, mas provavelmente a mais inspiradora também. Não é necessário fazer grandes revoluções para mudar o mundo. Se você ficar mais consciente das suas ações diárias, vai perceber como são os detalhes que fazem a diferença. Uma boa pedida nesse caso, é começar a mudança por você mesmo. 🙂

Essas foram as minhas dicas para dias mais inspiradores. Espero que ela ajude a mim e a vocês a seguir rumo a uma vida mais viva. Deixe nos comentários o que você faz para se sentir mais inspirado! Vamos nos ajudar!

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